12 de abril de 2019

Nova reforma da previdência é tema de reunião no Corpo de Bombeiros


Na manhã desta sexta-feira (12), no auditório do Quartel Central do Corpo de Bombeiros Militar de Sergipe (CBMSE), foi realizada uma reunião entre bombeiros para apresentar e esclarecer informações sobre a nova reforma da previdência.

O comandante-geral do CBMSE, coronel Gilfran Mateus, cita a importância da discussão a respeito da reforma da presidência para os bombeiros. “Houve essa necessidade de nivelar os conhecimentos da tropa, principalmente no topo da pirâmide, que são os oficiais, para tratar primeiramente da reforma da previdência, que é um tema bastante sensível, que está deixando muitos militares preocupados. Então precisávamos orientá-los, pois ainda não temos a exata noção do que será a reforma da previdência. É preciso entender o que está se passando, e o que está sendo discutido em Brasília para depois se tornar uma realidade”, diz.

O tenente coronel, Mário Bittencourt, que é assessor parlamentar da corporação e palestrou sobre o tema da reforma da previdência, ressaltou sobre a importância de falar sobre os pontos positivos e negativos para os oficiais.

Na oportunidade o comandante-geral aproveitou para que se fosse explanado e discutido o Auto de Prisão em Flagrante Delito (APF). “É necessário discutirmos sobre o APF, que é um tipo de procedimento que não é da nossa rotina, e quando nos deparamos com essa situação, nos  tira da zona de conforto. É preciso ficar atento para os detalhes do procedimento para não errar na hora de desempenhar”, completou o comandante.

No segundo momento da reunião, a tenente-coronel  Márcia Oliveira explicou sobre a necessidade de conhecer as medidas que se devem ser tomadas no Auto de Prisão em Flagrante Delito, para que os bombeiros fiquem por dentro da situação.  “O comandante fez esse convite para fazer essa apresentação para todos os oficiais, pois há mais de dez anos a gente não tinha um fato que necessitasse da confecção do APF. Geralmente se encaminhava o militar para uma delegacia e eles que iriam tomar as providências necessárias. Houve uma necessidade de explanar sobre o assunto para que todos tenham ciência de que qualquer oficial, em qualquer unidade do Corpo de Bombeiros pode realizar o APF”, complementa.

Por: Flávia Barreto

Site desenvolvido pela Emgetis com software livre - WordPress