7 de abril de 2008

Bombeiros fazem vistoria em pontos de revenda de gás de cozinha


A Diretoria de Atividades Técnicas (DAT) do Corpo de Bombeiros de Sergipe vai intensificar os trabalhos de fiscalização em 2008, realizando vistorias em estabelecimentos de revenda de GLP a cada 15 dias. A primeira atuação deste ano aconteceu em 31 de março, no Parque dos Faróis e Conjunto Jardim, no município de Nossa Senhora do Socorro, em que foram apreendidos 41 botijões.

De acordo com o diretor do DAT, tenente-coronel Gilvan Paixão, dez estabelecimentos de venda clandestina de gás de cozinha foram visitados, com o objetivo de minimizar os riscos advindos do armazenamento e manipulação do produto. “Os botijões apreendidos foram encaminhados a fiéis depositários. Os comerciantes agora terão que pagar multa de R$ 10, 50, por cada botijão, além de requerer a legalização do estabelecimento junto ao Corpo de Bombeiros. Caso o local não seja legalizado, o nome do proprietário é encaminhado ao Ministério Público, que pode denunciá-lo em virtude do estoque irregular”, explica.

O sargento vistoriante Edson de Jesus adverte que os pontos de comercialização de gás deverão ser aprovados pelos Bombeiros após vistoria na área e circunvizinhança. Para tanto, o interessado em comercializar GLP deverá solicitar, na Diretoria de Atividades Técnicas, uma vistoria no local. Em seguida, os técnicos irão ao local analisar a área e saber se existem condições de comércio do produto.

“A quantidade de botijões que o comerciante pretende ter em seu estabelecimento determina a área necessária. O mínimo de 40 bujões necessita de uma área de 25m2 e este tamanho aumenta conforme o estoque, além de manter distância regulamentar de edificações vizinhas”, explica o sargento Jesus.

Normalmente, as vistorias são realizadas após denúncias anônimas. “A sociedade está mais consciente e vem denunciando a ação de clandestinos. O risco não compensa. Manter-se na clandestinidade, além de expor seus vizinhos aos perigos do gás, poderá culminar na apreensão dos botijões e até mesmo responder processo judicial. O cidadão pode denunciar através do telefone 3179-3617”, ressalta o tenente-coronel Gilvan Paixão.

Fonte: DAT – Diretoria de Atividades Técnicas do CBMSE

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